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Energias renováveis: desburocratização e megatendências do mercado

Energias renováveis: desburocratização e megatendências do mercado

Energias Renováveis, uma Alternativa, um Complemento e uma Necessidade! Por Arnaldo Feitosa* Atualmente, o Brasil é um dos dez países mais atrativos no mundo para investimento em energias renováveis, aliado a tendência global constatada na COP 21 e interesses multinacionais, o país terá uma forte presença na sua matriz elétrica, independente da crise econômica, desse tipo de geração de energia elétrica. O aumento de projetos de energia renováveis disponíveis é pela maior facilidade em financiar a aquisição desses recursos – como é o caso dos Continue lendo

Energias renováveis: potencial a ser explorado

Energias renováveis: potencial a ser explorado

Por Arnaldo Feitosa* O imenso potencial brasileiro para energias renováveis complementares pode ser contatado através dos excelentes níveis de irradiação solar, no caso da energia elétrica fotovoltaica – centralizada ou distribuída -, nas características predominantes dos nossos ventos – constantes e unidirecionais – ao quais proporcionam elevados fatores de produtividade, superiores as médias globais, além da geração de energia associada a biomassa de cana de açúcar, reflorestamentos e resíduos de madeira, bem como dos vários empreendimentos de geração de energia hidráulica de pequeno porte – Continue lendo

Geração de energia elétrica distribuída

Geração de energia elétrica distribuída

A geração de Energia Elétrica Distribuída e a minigeração de energia por Arnaldo Feitosa. GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DISTRIBUÍDA A geração de energia elétrica, a partir do Biogás, constitui-se no sustentáculo para o desenvolvimento da geração solar no meio urbano e rural. Os constantes aumentos nas contas de luz e algumas melhorias na regulação impulsionarão o avanço da geração distribuída, porém antes será necessário equacionar a oposição das distribuidoras. Destaca-se a necessidade da concepção de um modelo regulatório no qual as distribuidoras não se sintam ameaçadas Continue lendo

Teoria do Caos de Lorenz

Teoria do Caos de Lorenz

A TEORIA DO CAOS Teoria do caos por Adler Ferreira O método da Teoria do Caos de Poincaré e Lorenz é um procedimento que pode ser utilizado para o estudo de sistemas complexos e dinâmicos de modo a revelar padrões de ordem (não-caos) de comportamentos aparentemente caóticos. “A Teoria do Caos é o estudo qualitativo de comportamentos aperiódicos e instáveis em sistemas dinâmicos não lineares determinísticos” (Kellert, 1993, p. 2). Comportamento aperiódico é notado quando inexiste uma variável que caracterize o estado do sistema, passando Continue lendo

Mudança estratégica

Mudança estratégica

Mudança Estratégica – As Três dimensões da mudança Por Adler Ferreira As três dimensões da mudança estratégica SÃO: Conteúdo (objetivos, propósito e metas) – O QUÊ Processo (implementação) – COMO Contexto (o ambiente interno e externo) – ONDE A implementação da mudança é um “processo iterativo, cumulativo e que faz uso de reformulação. ” Pettigrew e Whipp que enfatizam a interação contínua entre estas dimensões e que uma mudança eficaz é resultado do diálogo entre as três dimensões da mudança estratégica: O conteúdo (O QUE Continue lendo

Cultura organizacional

Cultura organizacional

Cultura Organizacional : Oito passos que devemos ter em mente Capitalize os Momentos Propícios. Por exemplo, quando o desempenho financeiro estiver fraco, assegure-se que as pessoas realmente compreendam a necessidade da realização de mudanças. Combine Cautela com Otimismo. Crie um cenário otimista em relação ao que será alcançado pelos esforços de mudança. Entenda a Resistência à mudança organizacional. Tanto em nível individual (interesses próprios, fobia ao desconhecido, atenção e retenção seletivas, hábitos, dependências, necessidade de segurança, etc.) quanto em nível organizacional ou de grupo (ameaças Continue lendo

Estratégia: os cinco P’s

Estratégia: os cinco P’s

Os cinco P’s da Estratégia Por Adler Ferreira O modelo dos cinco P’s da estratégia foi desenvolvido por Pryor, Toombs e White para o livro “Strategic Quality Management” e para uso em seus respectivos locais de trabalho. Os autores do modelo dos cinco 5 P’s da estratégia estudaram sob orientação do Dr. W. Edwards Deming, Dr. Joseph Juran, Dr. Peter Senge, e outros especialistas bem conhecidos. Gestão Estratégica no modelo cinco P’s É um modelo de Gestão Estratégica que requer o alinhamento de 5 (cinco) Continue lendo

Henry Mintzberg liderança oculta

Henry Mintzberg liderança oculta

A Liderança oculta por Henry Mintzberg O primeiro pensador a cunhar o termo Liderança Oculta foi Henry Mintzberg que escreveu sobre isso no artigo 1998 da Harvard Business Review: “Liderança oculta: Notas sobre o gerenciamento de Profissionais”. Porque liderança oculta?  Liderança oculta é um termo criado para descrever como os líderes modernos podem liderar sem parecer estar liderando. Na liderança oculta, os líderes não buscam o controle absoluto sobre os outros; em vez disso, por meio de diversas ações discretas, eles inspiram as pessoas para executar Continue lendo

Fusões e aquisições

Fusões e aquisições

O que são fusões de empresas? Fusão de Empresa é um termo geral usado para se referir à consolidação de empresas. A fusão é associação de duas empresas para formar uma nova empresa. O que são aquisições de empresas? Por outro lado, aquisição é a compra de uma organização empresarial por outra onde nenhuma nova empresa é formada. As aquisições são muitas vezes feitas como parte da estratégia de crescimento organizacional. Neste sentido, será mais benéfico assumir operações e nichos da empresa absorvida comparativamente aos Continue lendo

WACC weighted average cost of capital

WACC weighted average cost of capital

WACC Weighted Average Cost of Capital O WACC é a medida das empresas que criam valor para os acionistas por estes ganharem um retorno sobre o seu capital investido cujo retorno é superior ao custo desse capital.  O CMPC (Custo Médio Ponderado de Capital) é uma expressão desse custo. O WACC é usado para ver se o valor é agregado quando determinados investimentos são planejados ou estratégias, projetos ou compras são realizadas. Este indicador é apresentado em formato de percentagem, como uma taxa de juros. Continue lendo